A era moderna é caracterizada principalmente pela saída dos estúdios, uma maior preocupação com a realidade; o aumento da liberdade narrativa (que torna-se não linear) e o uso de temáticas do cotidiano. Foi uma renovação na crítica e no fazer cinema, eram novos valores e concepções que desmistificaram a tradicional cartilha estética clássica e conduziram, definitivamente, o espectador rumo a uma maturidade artística e político-social.
Os filmes, a partir de então, já não eram mais de baixo custo e de exibição confidencial, mas produzidos com altos orçamentos e distribuídos internacionalmente com enorme sucesso no mercado exibidor de primeira linha, ou seja, o cinema da modernidade, possui uma postura ousada e inovadora, que passa pelo estabelecimento da produção independente, fora dos sistemas industriais e financeiros dominantes, estabelecendo uma diferente relação com o cinema de mercado.
Dos estudios hollywoodiano à realidade da América, surgiram realizadores independentes como Scorsese, de Francis Coppola, Terrence Malick, Brian De Palma, Michael Cimino, George Lucas, Steven Spielberg, entre outros, que tomaram de assalto os estúdios falidos para produzirem obras autorais em nível industrial, antes que as empresas corporativas engolissem Hollywood e passassem a controlar e a ditar o material a ser filmado.
Vale lembrar que muitos, mesmo já dentro dos grandes estúdios continuavam árduos contestadores do cinema de padrões clássico e de entretenimento.
Filmes que marcaram a era moderna:
Os Emabalos de Sábado a Noite
Guerra nas Estrelas
A Fantástica Fábrica de Chocolate



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